Portugal – Porto, Aveiro, Cascais e Algarve

AGOSTO/2020 – Após 5 meses vivendo em quarentena, conseguimos organizar e (mais importante) realizar essa viagem de 1 semana para Portugal. Fomos eu, Gu, minha sogra e minha cunhada. E lá passamos todos os dias com um primo do Gu e sua família.

Fomos corajosos porque apesar de alguns países estarem vivendo próximo ao normal (novo normal – detesto esse termo), muitas coisas como companhias aéreas por exemplo, continuam instáveis.

Mesmo sabendo que Portugal está funcionando quase 100%, tudo poderia mudar no período que estávamos lá. Aqui na Irlanda, dias antes da viagem, 4 Condados foram decretados lockdown novamente, então não sabíamos como o país estaria quando retornássemos para casa. Tivemos que aprender a viver um dia de cada vez…

No final correu tudo bem, não sofremos nenhum cancelamento, atraso ou alteração no roteiro por conta da pandemia (apesar de não ter conseguido entrar na Livraria Lello), muito pelo contrário, os vôos foram extremamente pontuais, vazios e zero burocracia em ambas as imigrações. 

Como esperado, no retorno na Imigração daqui, assinamos um termo de compromisso em cumprir 14 dias de quarentena pós viagem para um país fora da Green List da Irlanda (essa lista é atualizada quinzenalmente e nela são incluídos países que oferecem menor risco de contágio, ou seja, se viajar para algum país dessa lista não é necessário fazer quarentena no retorno). Portugal nunca fez parte dessa lista, infelizmente.

Atualmente, a Irlanda apertou novamente as regras sobre vida/distanciamento social e o uso de máscara em lugares fechados passou a ser obrigatório. Uma chatice geral que já passou da hora de terminar.

Hospedagem no Porto

Nos hospedamos no Park Hotel Porto Aeroporto por apenas 1 noite.

Chegamos às 22h no Porto e só poderíamos pegar o carro na locadora na manhã seguinte, que também está localizada no aeroporto. Para facilitar a vida, pernoitamos neste hotel que fica a poucos metros de caminhada do aeroporto e da locadora, fizemos tudo a pé. 

Chegando na recepção que apesar do horário e limitação da cozinha, conseguimos lanchar e tomar a primeira Super Bock geladinha!

O atendimento foi ótimo e o hotel atendeu 100% em limpeza, conforto e funcionalidade.

O custo x beneficio foi excelente. 

PORTO – 1º Dia

Começamos o passeio caminhando pelo centro do Porto num clima e calor maravilhosos (moramos na Irlanda, qualquer sol quentinho nos faz muito feliz!) o dia estava lindo e as fotos não me deixam mentir.

Partimos direto para a Livraria Lello, que mesmo sem pandemia existe fila para entrar, então imaginem como a fila estava… O tempo de espera era de aproximadamente 3 horas, impossível perder esse tempo para passar 30 minutos lá dentro (esse é o tempo permitido atualmente). A Livraria não disponibiliza ticket com horário agendado e a fila que se forma não é respeitado nenhum distanciamento social.

É a segunda vez que vou ao Porto e não consigo conhecê-la. Ficou para a próxima…

Para curar a frustração, tomamos um sorvete delicioso na Sorveteria Amorino que fica ao lado da Livraria, não deixe de experimentar se estiver por lá. Tem loja aqui em Dublin, mas eu ainda não conhecia. Foi indicação da prima do Gu que mora no Porto, ela nos acompanhou em todos os passeios dando ótimas dicas locais e turísticas. 

Passeamos pela região da Universidade do Porto.

Seguimos pela Rua dos Clérigos, conhecemos a Igreja e a Torre do Clérigos. Lindos.

“O conjunto arquitetónico Clérigos, classificado Monumento Nacional desde 1910, é pela sua Igreja e pela sua Torre, um dos principais pontos de interesse, e local de visita obrigatória para todos os que visitam a cidade do Porto.

A Igreja e a Torre integram uma edificação do século XVIII, de inspiração barroca, que marcou a configuração urbana da cidade, localizada numa rua desnivelada, mas genialmente aproveitada por Nicolau Nasoni, que conseguiu criar um edifício de referência. A Igreja e a Torre estão unidas pela Casa da Irmandade, que desde 2014, após a sua musealização, está aberta ao público.” Fonte: Site Oficial Torre dos Clérigos 

Em frente à Torre, visitamos as lojas: Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, um dos melhores pasteis com queijo que já comi e a loja das Sardinhas – Casa Oriental, linda linda! As Sardinhas são caras, mas a loja é linda! rs

Dali caminhamos para a Praça da Liberdade, considerada o coração do Porto, localizada na Baixa da cidade. 

Na foto estão a Estátua de D. Pedro IV, inaugurada em 1866 com 10 metros de altura e cinco toneladas de bronze e Os Paços do Concelho do Porto, edifício sede do Município do Porto, cuja construção teve início em 1920.

De lá, partimos para a região da Ribeira, Vila Nova de Gaia, Ponte de D. Luís, junto ao Rio Douro, minha região favorita do Porto. Eu adoro tudo que tem ali… todo canto é cenário para fotos, todos os bares e restaurantes são convidativos.

De novo, faltou andar no teleférico. Empurrei para a próxima vez tbm…

Paramos para comer na Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, que também tem uma loja ali em Vila Nova de Gaia, mas essa é muito maior e muito mais bonita que a outra que comentei acima. Deixei meu pai (e quase todos os amigos que viram meus stories no dia) com água na boca. Quero levar meus pais lá!

Vale muito a pena conhecer.

PORTO – 2º Dia

O dia estava lindíssimo no Porto mas resolvemos conhecer a Praia das Pedras do Corgo, cerca de 20 minutos de carro do Porto.

Chegando lá, SOMENTE lá, o tempo estava bem estranho, nublado, chuviscando, mormaço… era possível ver as nuvens somente em cima da gente!

Enfim, resolvemos comer no restaurante Melanina. Clube de Praia do Corgo. O lugar é lindo, super bem cuidado, uma vista daquelas e uma estrutura bem legal, o cardápio estava bem resumido (eu até entendo, mas não entendo tirar os pratos típicos), a comida em si deixou a desejar e o atendimento poderia ter sido mais eficiente. Pode ter sido azar nosso, mas não recomendo o restaurante. 

A noite jantamos no Café Santiago. 

Estávamos em 6 pessoas e todos ficamos super satisfeitos com os pratos. O menu é bem diversificado e tem um bom preço. Fomos convidados pelos primos do Gu, que costumam frequentar o local. 

Foi o único dia que comi o prato a Francesinha. O restaurante promete ser a melhor do Porto, se é a melhor eu não sei rsrs, mas realmente estava muito boa e bem servida. Durante o jantar experimentei o famoso vinho verde deles. É bom mas nada diferente do vinho branco (pelo menos esse que eu experimentei) e depois tomei uma sangria de vinho tinto com minha cunhada que estava muito boa.

A região é bem movimentada,  animada e oferece outros bares/restaurantes. Tava rolando música de rua e formaram roda de dança, gostei do lugar. 

Hospedagem no Porto

Nos hospedamos no Porto Antas Hotel.

Nossa preferência foi um hotel simples e funcional e esse era uma boa opção.

Assim que chegamos no quarto, percebemos dois problemas relevantes (chuveiro e ar condicionado). Ao pedirmos uma troca de quarto, o recepcionista alegou que o único quarto disponível de acordo com a nossa reserva era o que estávamos e nos ofereceu um inferior, obviamente não concordamos porque esse tipo de troca não se pode oferecer ao cliente. Resumindo, tivemos alguns minutos de discussão, recusamos a proposta e optamos por um superior, mas com a condição do recepcionista nos retornar após conversar com o gerente. Esse retorno não aconteceu. Pagamos pela diferença do quarto e ficou por isso mesmo, viemos embora e ninguém nos procurou.

Faremos um review no site e esperamos alguma resposta do hotel. Tinha tudo para ter sido uma ótima experiência. 

AVEIRO / CASCAIS / ALGARVE – 3º Dia

Nosso roteiro era basicamente Porto e Algarve, a distancia entre as duas cidades é de +/- 550km, umas 5 horas de carro.

Alugamos um carro para todo o período, o que vale super a pena e principalmente por estarmos em 4 pessoas.

Para a viagem não ficar cansativa, programamos umas paradas estratégicas em cidades que gostaríamos de conhecer como Aveiro e Nazaré e uma outra em Cascais, queria aproveitar para rever duas amigas que moram lá. 

Nos estendemos muito em Costa Nova, uma região de Aveiro e por isso tivemos que pular Nazaré e seguirmos direto para Cascais/Lisboa, não queríamos pegar estrada tarde da noite. Por isso Nazaré ficou para a próxima oportunidade…

Costa Nova – 1º Parada

Eu estava pesquisando sobre Aveiro quando li bastante sobre Costa Nova. Me interessei de cara e coloquei no roteiro, achei que seria uma parada rápida, mas me enganei.

A praia de Costa Nova está localizada a cerca de 12 km de Aveiro. É um pequeno vilarejo pra lá de charmoso, com muitas casas coloridas, as quais se tornaram cartão postal.

A cidade é linda. As ruas estreitas, a vista deslumbrante para o oceano e as trotinetes elétricas nos encantaram! 

As trotinetes nos ajudaram (eu e Gu) a conhecer quase toda a orla, jamais conheceríamos se estivéssemos a pé kkkk, definitivamente não fazemos parte da galera que gosta de caminhar. Então elas foram as reais “culpadas” pelo atraso no roteiro rs, também foram úteis e agradáveis na mesma proporção.

O instrutor explicou tudo e no final o Gu perguntou se ele tinha mais alguma recomendação porque nunca havíamos andando numa dessas antes, a resposta dele foi: “tenho sim, não caia!” hahaha

Eu fiquei com bastante medo de cair no começo e quando estava ficando craque (15km p/h kkk) já estava na hora de entregar, mas foi uma delícia de experiência. O custo é super acessível, tem a tabela nas fotos abaixo.

A manhã por lá foi deliciosa. Se for à Aveiro, não deixe de conhecer Costa Nova.

Aveiro – 2º Parada

Aveiro sempre esteve na minha lista top 5 de Portugal e agora consigo entender o porque as pessoas adoram a cidade. 

Que os portugueses não leiam, mas se Aveiro é considerada a Veneza Portuguesa (eles não curtem essa comparação), não tem como não ser um charme de cidade. Os canais, as ruas apertadinhas, a animação dos moliceiros… demais.

Como só estávamos de passagem, não pudemos fazer o passeio de moliceiro pelos canais, eles demoram 45 min em média e nosso tempo era curto.

Eu achei a cidade bem cheia, tinha até trânsito de pessoas nas calçadas.

Fomos direto comer Ovos Moles na Pastelaria Rossio, já que esses doces são especialmente famosos em Aveiro, eu confesso não ter achado nada demais, mas eles três adoraram. 

A Confeitaria Peixinho também é super recomendada para comer os Ovos Moles e outras guloseimas, então paramos lá para levarmos para viagem, o que foi uma ótima ideia, apesar de terem exagerado na quantidade kkkk, eles continuaram comendo o doce todos os outros dias da viagem rsrs 

Pena que as mesinhas no piso superior não estavam liberadas para clientes, no site tem fotos e é puro charme.

A loja é super delicada, assim como as embalagens para viagem. Super recomendo a visita.

Para finalizar o passeio, fomos até a Ponte Laços de Amizade. Lindamente colorida. 

“A ponte, sobre o Canal do Cojo, ligando o Fórum ao Largo do Mercado Manuel Firmino, ganhou a designação popular devido à iniciativa informal de dois estudantes universitários que, em 2004, começaram a pendurar laços nas guardas da ponte de madeira, como símbolo de amor ou amizade, deixando o desafio a quem ali passasse de repetir o gesto.

Em pouco tempo a ponte ficou cheia de fitas e laços coloridos e tornou-se “moda” deixar o laço na ponte, como testemunho de sentimentos, sobretudo entre os estudantes que foram passando pela Universidade de Aveiro”. Fonte: Site – Sapo.

Estoril / Cascais – 3º Parada

Essa parada foi especialmente para que eu pudesse rever duas amigas queridas.

Combinamos de almoçarmos no restaurante na Praia da Poça, o escolhido foi o Opíparo. A comida estava muito boa,  fomos bem atendidos e a vista, como sempre, impressiona positivamente.

ALGARVE – 4º Dia

Nos hospedamos em Albufeira.

Começamos nossa estadia no Algarve pelo Parque Aquático Slide & Splash. Foi nossa segunda vez lá, quisermos ir de novo para levar minha sogra e minha cunhada. 

Não lembrei de tirar mais fotos, fiz alguns vídeos nos stories, mas nesse post aqui eu falei um pouco sobre ele e no site tem um vídeo bem legal que mostra todos os brinquedos.

A noite fomos em alguns bares na Rua dos Bares, em Albufeira. No início da noite estavam bem vazios, mas conforme a noite foi passado o movimento foi aumentando, mas nada muito cheio. 

Apesar da região ser conhecida por receber mais jovens, o ambiente em muitos dos que fomos pareciam bem familiares. A noite foi divertida. 

Deixo aqui alguns que conhecemos: Âncora Bar, Coopers e Restaurante Tamariz

ALGARVE – 5º Dia

Uma das coisas mais difíceis para quem vai para o Algarve é conseguir decidir quais praias conhecer… porque olha, vou te falar que a missão é árdua!

No total são 133 praias, sendo uma mais linda que a outra! 

Vamos lá…

Praia dos Alemães

É uma praia mais extensa, diferente das que gosto e procuro conhecer no Algarve.

Bem bonita, o Restaurante Bar NoSoloÁgua oferece estrutura bem legal de barracas e espreguiçadeiras. O menu oferece variedades como culinária japonesa mas os preços não são convidativos. Na verdade, nada muito diferente da prática realizada pelos demais restaurantes à beira mar no Algarve, que são os mais caros de toda Portugal. 

Nesse restaurante só compramos algumas bebidas. 

Almoçamos a poucos metros dali, na mesma praia, no Beach Club Food & Drinks. A comida e o atendimento foram ok. Fora a vista, nada muito surpreendente rsrs.  

Old Town

A noite fomos para o Centro Histórico de Albufeira, na Old Town. Lugar para todos os gostos. De bares animados com música ao vivo à restaurantes mais clássicos. 

A cidade velha é um ótimo lugar para passear. São muitas vielinhas e praças. A praça principal e o ponto central é o Largo Duarte Pacheco, ela é cercada por bares, restaurantes e lojas. Aliás, todo o Centro Histórico é assim, uma interminável variedade de entretenimento, lojas e até barraquinhas… Muito bom. 

Jantamos super bem no O Alentejano – Comida Tradicional Portuguesa. Comida deliciosa com um preço muito muito bom. Claro que pelos motivos mencionados, enfrentamos uma pequena fila mas que andou bem rápido (já era um pouco tarde). Também foi dica dos primos do Gu.

Estávamos querendo há dias, eu um bacalhau com natas e o Gu um bacalhau à lagareiro e foi lá onde nos deliciamos, estava perfeito. Pra quem gosta, é de comer rezando. Nós dois tomamos uma Sangria de Espumante muito boa também.

Super recomendo o restaurante. 

ALGARVE – 6º Dia

Praia da Coelha

Que praia linda! É pequena, cheia de falésias, areia dourada e água transparente, tudo do jeito que eu gosto!

A areia chega a brilhar com o reflexo dos raios solares. Uma curiosidade é que toda a extensão de areia é cheia de conchinhas quebradas, o que deixam os pés bem sensíveis depois de uma pequena caminhada. Não chega a ser um ponto negativo, é só caminhar de chinelo ou sapatilha aquática. 

O acesso é fácil por uma pequena escada, tem estrutura para banhistas e um bar. 

Praia Vale dos Centeanes

Acho que foi a cor de água mais linda que já vi no Algarve. É totalmente transparente no raso e vai mudando de cor, porém continua transparente até certa altura. O que ela tem de linda, ela têm de gelada! Essa, sem sombra de dúvida, foi a água mais congelante que já entrei no Algarve! Fui até onde pude, tirei fotos e saí correndo!

A praia é pequena e é dividida em duas partes, achei a parte menor mais bonita, mas quase não tem areia para sentar. Vale a pena conhecer a praia toda. 

Tem o Restaurante O Stop onde lanchamos e bebemos uns drinks.

Miradouro do Pau da Bandeira e as Escadas Rolantes

Esse miradouro é o principal e o melhor ponto para desfrutar das vistas da Praia dos Pescadores, da Old Town e dá um belo cartão postal de Albufeira.

As escadas rolantes viraram atrativos e ponto de encontro, o que é até um pouco curioso porque as escadas rolantes terminam na praia… não lembro de já ter visto isso antes… rs

Jantamos por ali, nessa mesma região, no restaurante Esplanada do Túnel. Comi uma carne na pedra que acompanhava uns molhos muito bons e tomei uma boa (já experimentei melhores) Sangria de Vinho Branco com frutas vermelhas. 

Fica localizado em frente à Praia do Peneco. 

ALGARVE – 7º Dia

Praia dos Arrifes

Mais uma praia lindíssima. Pequena, areia dourada, água transparente, falésias… e nessa ainda inclui muitas pedras, o que acabam formando piscinas naturais. Ótimo para crianças por não ter ondas, mas não pode descuidar porque as pedras são escorregadias. 

Tem o restaurante A Sardinha que é super bem falado por servirem a melhor sardinha da região e oferecem estrutura para banhistas. Alugamos espreguiçadeiras e tomamos alguns drinks, não almoçamos lá.

Almoçamos no Trattoria Toscana – Ristorante Italiano. Na verdade, ele foi escolhido mais pela vista e localização rs. Acabou que a escolha foi bem certeira, tudo delicioso, principalmente a entrada. Os valores dentro da realidade do Algarve. 

Hospedagem em Albufeira

Nos hospedamos no Aparthotel Alfagar Village

O resort está situado no topo de uma falésia com vista para o mar e uma ótima localização em Albufeira. Localizado junto à praia de Santa Eulália, que inclusive oferece um acesso direto à praia.

O complexo é gigantesco com um mega estrutura que conta com alguns restaurantes, diversas piscinas, mini mercado, música ao vivo e muitas atividades e recreação durante o dia. É perfeito para famílias e crianças.

E como tudo que é bom dura pouco, chegou ao fim a nossa viagem. 

Algumas coisas sempre saem um pouco da programação, mas considerando que tudo isso aconteceu durante uma pandemia mundial, posso dizer que tudo correu perfeitamente bem, graças a Deus. 

Nesse momento em que escrevo, olho pela janela e vejo um típico dia irlandês: chuvoso e cinza. E nesse clima seguimos cumprindo os 14 dias de quarentena exigidos pelo país.

Se gostou desse post e quer ler um pouco mais sobre o Algarve, clique aqui ou mais sobre o Porto, clique aqui. Ambas viagens fizemos em 2018.

Até a próxima!

Nowhere, Anywhere, Everywhere

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